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Fonte: G1
A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de uma menina de 10 anos, identificada como Samyra Roberta Almeida, cujo corpo foi encontrado dentro de sua residência em Peruíbe, no litoral sul paulista, no último dia 10 de agosto. O caso, que tramita sob sigilo, ganhou novos desdobramentos com a prisão temporária da mãe da vítima, ocorrida na última terça-feira (25), sob a suspeita de envolvimento em crimes de exploração sexual.
Investigação aponta contexto de vulnerabilidade
Segundo a delegada Izabela Coelho Fernandes, titular da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe, a criança vivia em condições de extrema vulnerabilidade, sem frequentar a rede de ensino e privada de convívio social adequado. Testemunhas relataram às autoridades que a menina era vista frequentemente em locais de reputação duvidosa e pontos de tráfico de drogas durante o período noturno, sempre acompanhada pela mãe ou por outros adultos.
Essa criança, a vida dela nos últimos meses, era sempre na companhia da mãe. Ela não estava frequentando a escola, não tinha acesso ao celular. Ela não tinha vida social, era sempre ou dentro de casa ou em lugares com reputação duvidosa.
Detalhes sobre o caso e perícia
- Exames do Instituto Médico Legal (IML) indicaram sinais de violação sexual anterior.
- Dois vizinhos, de 74 e 47 anos, também estão sob investigação policial.
- Há indícios de contradição sobre a possível alteração da cena do crime antes da chegada da perícia.
Além da mãe, outros dois homens que residem nas proximidades estão sendo interrogados para esclarecer a dinâmica dos fatos. A prisão da mãe foi decretada pelo Poder Judiciário de Peruíbe, com o respaldo do Ministério Público, visando preservar a integridade das diligências em curso. A polícia ressalta que a investigada permanece amparada pelo princípio da presunção de inocência, conforme estabelecido pela legislação vigente. Como esse caso reflete os desafios na proteção de menores em situação de risco social? As autoridades seguem com a coleta de provas para determinar a autoria das lesões registradas no boletim de ocorrência, inicialmente catalogado como morte suspeita. Informações adicionais podem ser acompanhadas pelo portal g1.
📰 Conteúdo baseado em fontes verificadas
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