Morre Rogério Valença, ex-vocalista da Banda Calcinha Preta, aos 55 anos

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Fonte: G1

Trajetória e falecimento do artista

O cantor Rogério Valença, de 55 anos, faleceu nesta segunda-feira (31) em Aracaju, Sergipe. O artista, que foi um dos pioneiros da banda Calcinha Preta, enfrentava um quadro de insuficiência renal e estava em uma lista de espera para transplante de rim. Segundo familiares, o cantor sofreu um infarto antes de concretizar o procedimento médico. Natural de Garanhuns, Pernambuco, Rogério deixa um legado significativo no forró eletrônico.

Carreira marcada pelo sucesso

Rogério Valença integrou a banda Calcinha Preta entre 1998 e 2000, período fundamental para a consolidação do grupo no cenário musical brasileiro. Durante sua passagem, ele participou das gravações dos CDs Vol. 05 e Vol. 06, emprestando sua voz a sucessos memoráveis como 'Eterno Amor', 'Louca por Você' e 'Me Leva'. Após sua saída, ele ainda teve passagens por outros grupos renomados, como Mulheres Perdidas e Caviar com Rapadura, mantendo-se fiel ao gênero musical.

Obrigado, Rogério. Você foi fundamental para que a Calcinha Preta se tornasse o que se tornou, afirmou o vocalista Marlus Viana sobre a importância do colega para o grupo.

Despedida e legado artístico

Atualmente, o artista estava à frente da banda Raio da Silibrina, grupo que ele mesmo fundou. A notícia de seu falecimento gerou diversas manifestações de pesar entre colegas de profissão e fãs. A cantora Andrea Alves lamentou profundamente a perda, destacando a parceria e o carinho nutrido pelo músico, que já demonstrava debilidade física em razão do tratamento de hemodiálise que realizava.

  • Velório realizado na Rua Laranjeiras, no Centro de Aracaju.
  • Sepultamento ocorrerá na cidade natal do artista, em Garanhuns (PE).
  • Mais de 20 anos de convívio com seu esposo.

Como será lembrado este nome icônico do forró para as futuras gerações de fãs? A partida de Rogério Valença encerra um capítulo importante da história do forró eletrônico nacional. Com uma carreira consolidada em diversas bandas, sua contribuição para a música regional permanece como um marco de identidade cultural para os admiradores do ritmo, deixando um vácuo no cenário artístico nordestino que agora se despede de uma de suas vozes mais marcantes. Mais informações podem ser consultadas através da cobertura oficial do G1 e do Jornal Correio.

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