Chuvas Intensas Atingem o Rio Grande do Sul com Risco de Transbordamentos
O Rio Grande do Sul está sob alerta de chuva intensa e temporais a partir desta terça-feira, 28 de julho de 2026. As precipitações podem superar os 100 milímetros em 24 horas em diversas cidades gaúchas, com risco de alagamentos, quedas de árvores, interrupções de energia e novos transbordamentos de rios. Em Porto Alegre, bairros como Sarandi e Lami já registraram acumulados significativos em menos de 14 horas, ultrapassando os 45 mm em algumas estações de monitoramento. A Defesa Civil monitora a situação e áreas de risco.
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Fonte: G1
Calor Extremo e Tempo Seco Predominam no Centro-Oeste e Sudeste
Enquanto o Sul enfrenta instabilidade, as Regiões Centro-Oeste e Sudeste registrarão temperaturas elevadas, com previsão de calor próximo aos 40°C no Centro-Oeste. Cuiabá, no Mato Grosso, pode atingir 38°C. O tempo seco também avança em áreas do interior do Sudeste e Nordeste, com umidade do ar abaixo de 20% em alguns municípios. O Rio de Janeiro poderá registrar máximas de 33°C a 34°C, e São Paulo deve ter tardes de até 29°C.
Previsão Detalhada por Região
A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para a semana de 27 de julho a 3 de agosto de 2026 indica os maiores volumes de chuva sobre a Região Sul, podendo atingir até 200 mm em pontos isolados do Rio Grande do Sul. Santa Catarina e Paraná também terão chuva, com temporais e possibilidade de granizo. No Nordeste, as chuvas se concentram na faixa litorânea, especialmente no Maranhão. A Região Norte prevê precipitações mais expressivas no oeste do Amazonas e em Roraima, com acumulados que podem ultrapassar 80 mm. No Centro-Oeste, chuvas fracas são esperadas apenas no noroeste do Mato Grosso e sul do Mato Grosso do Sul. Já o Sudeste terá tempo predominantemente estável, com possibilidade de chuvas fracas isoladas no litoral de São Paulo e sul de Minas Gerais.
O Que Esperar nos Próximos Dias?
A combinação de chuvas intensas no Sul com o calor extremo no Centro-Oeste configura um cenário meteorológico contrastante para o final de julho. A população do Rio Grande do Sul deve redobrar a atenção aos alertas da Defesa Civil, enquanto nas outras regiões, a baixa umidade do ar exige cuidados contra ressecamento e risco de incêndios. A instabilidade no Sul deve persistir ao longo da semana, com volumes de chuva significativos. Qual a tendência para o Brasil nas próximas semanas? Os dados indicam a continuidade de padrões climáticos que exigem monitoramento constante.