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Fonte: G1
Impacto nas cidades e rodovias
De acordo com informações do G1, Rosário do Sul contabilizou 225 casas alagadas e 512 pessoas desalojadas, que buscaram abrigo em casas de familiares e amigos. A Defesa Civil estadual se deslocou para o município para avaliar a decretação de situação de emergência. Outras cidades como São Gabriel, Santa Maria e Caçapava do Sul também registraram alagamentos, enquanto Nova Palma e Júlio de Castilhos foram atingidas por granizo.
Em Ernestina, no norte do estado, um temporal destelhou cerca de cem casas e desalojou oito pessoas, conforme reportado pelo GZH. O prefeito Odir João Boehm informou que a prefeitura está avaliando decretar situação de emergência após a tempestade que começou na madrugada de sábado.
Ainda segundo o G1, a chuva causou interrupções em diversas rodovias. A RS-348, entre Faxinal do Soturno e Ivorá, foi totalmente bloqueada devido a danos causados por elevação do Arroio Guarda-Mor. A BR-290 também foi bloqueada temporariamente no km 353, entre Vila Nova do Sul e São Gabriel, devido à elevação do Arroio Bossoroca.
Alerta vermelho do Inmet
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta vermelho de “grande perigo” válido até sábado, abrangendo 556 municípios no Rio Grande do Sul e em áreas de Santa Catarina, conforme a Revista Oeste. O alerta prevê chuvas superiores a 60 mm por hora ou acima de 100 mm por dia, ventos que podem ultrapassar 100 km/h e possibilidade de queda de granizo.
“As condições elevam o risco de danos em edificações, interrupção no fornecimento de energia elétrica, prejuízos em plantações, queda de árvores e alagamentos. O órgão também menciona impacto no transporte rodoviário.” – Revista Oeste
Orientações e próximos passos
Diante do alerta, o Inmet orienta a população a desligar aparelhos elétricos, proteger documentos e objetos de valor em sacos plásticos e buscar abrigo em locais seguros. Em caso de emergência, a recomendação é entrar em contato com a Defesa Civil (199) ou o Corpo de Bombeiros (193).
A situação no Rio Grande do Sul demanda atenção contínua e ação coordenada entre os órgãos de defesa civil, prefeituras e governo estadual para garantir a segurança da população e mitigar os impactos das chuvas. A previsão é de que o tempo continue instável, o que exige monitoramento constante e medidas preventivas para evitar maiores prejuízos.
O temporal expõe a vulnerabilidade de diversas cidades gaúchas a eventos climáticos extremos. Quais medidas de longo prazo podem ser implementadas para aumentar a resiliência das comunidades e infraestruturas frente a essas ocorrências?
A Defesa Civil emitiu um aviso para risco moderado de deslizamentos em várias regiões do estado, incluindo Porto Alegre, Caxias do Sul, Muçum, Parobé e Três Coroas. A população deve permanecer atenta e seguir as orientações das autoridades.
- Rosário do Sul: 512 desalojados, 225 casas alagadas.
- Ernestina: 8 desalojados, cerca de 100 casas danificadas.
- Rodovias: Bloqueios na RS-348 e BR-290.
O evento climático demonstra a necessidade urgente de investimentos em infraestrutura resiliente e sistemas de alerta precoce para proteger as comunidades vulneráveis e minimizar os danos causados por desastres naturais. A resposta imediata e a preparação para o futuro são cruciais para garantir a segurança e o bem-estar da população gaúcha.
O Inmet é o órgão do governo federal responsável pelo monitoramento das condições climáticas, pela previsão do tempo e pela produção de estudos meteorológicos no país. Vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária, o instituto fornece dados técnicos utilizados pela população, pelo setor agrícola e por órgãos de defesa civil. O acompanhamento contínuo das informações meteorológicas é essencial para a tomada de decisões e a implementação de medidas preventivas eficazes.
Enquanto as autoridades trabalham para auxiliar as vítimas e restabelecer a normalidade, a população do Rio Grande do Sul enfrenta um período de desafios e incertezas, reforçando a importância da solidariedade e da união em momentos de crise. A reconstrução das áreas afetadas exigirá um esforço conjunto e a implementação de estratégias de longo prazo para garantir a segurança e a sustentabilidade das comunidades.
Em Marau, também houve danos em telhados de 36 residências e 10 ocorrências de queda de árvores, com obstrução de ruas em diversos bairros da cidade e de localidades no interior.