Clássico-Rei: Ceará e Fortaleza se enfrentam na Série B

Ceará e Fortaleza se enfrentam neste domingo (17), às 18h30, na Arena Castelão, em partida válida pela 9ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O jogo, que marca o Clássico-Rei, acontece no mesmo dia em que se celebra o Dia Mundial contra a LGBTfobia, reacendendo o debate sobre preconceito no futebol.

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Fonte: ge

Onde Assistir e Escalações Prováveis

A partida terá transmissão pelo Disney+ Premium. O ge acompanha o jogo em tempo real a partir das 17h30.

Desfalques e Retornos no Ceará

O técnico Mozart, do Ceará, enfrenta seis desfalques: Richard, Luiz Otávio, Wendel Silva, Lucca, Zanocelo e Ronald. A expectativa é o retorno de Matheusinho, e Vina pode ser relacionado. A provável escalação é: Bruno Ferreira; Rafael Ramos, Éder, Luizão e Fernando; Dieguinho, Júlio César e João Gabriel; Melk, Fernandinho e Gustavo Prado.

Fortaleza com Desfalques Importantes

O Fortaleza, comandado pelo auxiliar Estephano Djian, tem quatro desfalques certos: Brítez, Pierre, Ryan (suspensos) e o técnico Thiago Carpini. Bruninho e Cardona seguem no departamento médico. A provável escalação é: Vinícius Silvestre; Maílton, Luan Freitas, Kauã Rocha, Lucas Gazal e Mucuri; Lucas Sasha, Rodrigo e Pochettino; Vitinho e Miritello.

Arbitragem

  • Árbitro: Rodrigo Jose Pereira de Lima (PE)
  • Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos (BA)
  • Assistente 2: Francisco Chaves Bezerra Junior (PE)
  • Quarto árbitro: Renato Pinheiro (CE)
  • VAR: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Clássico e a Luta Contra a LGBTfobia

No Dia Mundial contra a LGBTfobia, o Clássico-Rei reacende o debate sobre preconceito no futebol. Cânticos homofóbicos são normalizados entre as torcidas, mas a conscientização por um ambiente livre de preconceitos tem evoluído. Vozão Pride, do Ceará, e Resistência Tricolor Feminista, do Fortaleza, são coletivos que lutam contra a homofobia estrutural no futebol.

"Hoje em dia é mais tranquilo para mulheres LGBT, mas ainda vemos comentários e olhares para amigos homens, sejam homossexuais ou homens trans. Também não vemos muitas mulheres trans no estádio. Sinto que ainda precisam existir mais ações por parte do governo e dos clubes mostrando que é, sim, um espaço para as pessoas LGBT", afirma Ana Beatriz, do Vozão Pride.

Talita Maciel, da Resistência Tricolor Feminista, relata que ainda passa por situações desconfortáveis nas arquibancadas e que a maior vitória seria poder torcer livremente, com segurança e apoio.

O que esperar do Clássico-Rei?

O confronto entre Ceará e Fortaleza é sempre carregado de rivalidade e emoção, mas, desta vez, ganha um significado ainda maior ao coincidir com o Dia Mundial contra a LGBTfobia. Será que os clubes e torcidas estarão à altura do momento, demonstrando respeito e combatendo o preconceito?

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