Um delegado da Polícia Federal, Erick Ferreira Blatt, de 50 anos, foi flagrado por câmeras de segurança tentando furtar um carpaccio de trufas negras, avaliado em R$ 300, em um supermercado do shopping RioMar, na Zona Sul do Recife, na quarta-feira (8). O caso foi registrado na Delegacia de Boa Viagem e está sendo investigado pela Polícia Civil. A Polícia Federal também instaurou um processo disciplinar contra o delegado.
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Fonte: G1
Detalhes do Incidente
As imagens das câmeras de segurança mostram o delegado pegando o produto na prateleira e, posteriormente, escondendo-o no bolso da bermuda enquanto estava sentado em uma mesa na área da padaria do supermercado. Após passar pelo caixa e pagar por outros itens, ele foi abordado por um segurança ao sair da loja.
O vídeo também mostra o momento em que o segurança aborda o delegado, que retira o pote de carpaccio do bolso e o entrega. O delegado foi então conduzido à Delegacia de Boa Viagem para prestar esclarecimentos.
Investigação e Consequências
A Polícia Civil de Pernambuco confirmou a ocorrência e informou que o caso está sendo investigado como furto em estabelecimento comercial. A Polícia Federal também instaurou um processo disciplinar para apurar a conduta do delegado Erick Ferreira Blatt.
Até o momento, a defesa do delegado não foi localizada. O shopping RioMar e o supermercado Palato também não se manifestaram sobre o incidente.
Repercussão e Próximos Passos
O caso gerou grande repercussão na mídia local e nacional, levantando questionamentos sobre a conduta de um servidor público federal. Qual o impacto desse tipo de ocorrência na imagem da Polícia Federal?
As investigações da Polícia Civil e o processo disciplinar da Polícia Federal devem determinar as responsabilidades do delegado e as medidas cabíveis. O caso segue em andamento.
O que é Carpaccio de Trufas Negras?
O carpaccio de trufas negras é uma iguaria de luxo, geralmente utilizada para acompanhar pães e outros alimentos. O produto furtado pelo delegado é vendido em conserva e tem um custo elevado, cerca de R$ 300. O valor do produto contrasta com a posição do indivíduo.
A situação levanta debates sobre a ética e a responsabilidade, principalmente quando se trata de figuras que representam a lei e a ordem.