O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresenta um cenário de empate técnico com o senador Flávio Bolsonaro (PL), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), em possíveis confrontos no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A pesquisa Datafolha, divulgada neste sábado, 11 de abril de 2026, revela uma disputa acirrada, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula pela primeira vez em um levantamento do instituto.
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Fonte: O GLOBO
Cenários do Segundo Turno: Lula vs. Oponentes
No cenário estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores, Lula aparece com 45% das intenções de voto contra 46% de Flávio Bolsonaro. Embora numericamente atrás, a diferença configura um empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais da pesquisa. Resultados semelhantes são observados em simulações contra Caiado e Zema, com Lula marcando 45% contra 42% de ambos os adversários, respectivamente.
Rejeição e Desconfiança
A pesquisa Datafolha também investigou o potencial de rejeição dos candidatos. Além disso, o levantamento revela um pano de fundo de desconfiança institucional, com cerca de 69% dos entrevistados afirmando sentir algum grau de insegurança em relação ao processo eleitoral. O levantamento também aponta piora na avaliação de instituições como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), o que ajuda a explicar o ambiente de maior volatilidade política captado pelos números.
Metodologia da Pesquisa
O levantamento do Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios entre os dias 7 e 9 de abril de 2026. A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o código BR-03770/2026, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Relevância dos Resultados
Os resultados da pesquisa Datafolha indicam um cenário eleitoral mais competitivo do que o observado em levantamentos anteriores. A aproximação de Flávio Bolsonaro e o surgimento de Caiado e Zema como alternativas viáveis sugerem uma disputa menos polarizada e mais imprevisível para 2026. Qual o impacto dessa mudança no eleitorado brasileiro?