O renomado ator Ary Fontoura, aos 93 anos, recorreu à Justiça em fevereiro de 2026 para reaver um imóvel localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A ação de despejo é movida contra uma inquilina que, segundo o ator, acumula uma dívida de aproximadamente R$ 131 mil em aluguéis e verbas acessórias não pagas.

Fonte: UOL
Detalhes da Ação Judicial
Segundo informações apuradas, a inquilina não teria desocupado o imóvel de forma voluntária. Fontoura alega que a locatária chegou a mencionar a venda de outra propriedade para saldar o débito. A ação judicial busca, além do despejo, a cobrança dos valores em aberto.
Garantia Contratual e Pedidos à Justiça
O contrato de locação previa uma garantia de R$ 18 mil, valor que, segundo o ator, tornou-se insuficiente diante da magnitude da dívida atual. Diante desse cenário, quais medidas legais Fontoura espera que sejam tomadas?
Pedidos Liminares e Condenações
Na ação, Ary Fontoura solicita, em caráter liminar, que a Justiça determine a desocupação do imóvel em um prazo de 15 dias. Adicionalmente, pede que a inquilina tenha o mesmo prazo para quitar a dívida, evitando, assim, a rescisão do contrato. O ator também busca a condenação da ré ao pagamento dos valores devidos e seu consequente despejo definitivo.
Impacto Financeiro e Decisões Difíceis
A situação chegou a um ponto crítico, com Ary Fontoura revelando que estaria considerando a venda de outro imóvel para cobrir a dívida da inquilina. Essa medida drástica demonstra a seriedade do problema financeiro enfrentado pelo ator.
Outros Famosos e Questões Judiciais
Ary Fontoura não é o único artista a enfrentar disputas legais. Casos semelhantes envolvendo outros famosos têm ganhado destaque na mídia, evidenciando os desafios enfrentados na gestão de propriedades e contratos.
Conclusão: Um Desfecho Incerto
O desenrolar da ação de despejo movida por Ary Fontoura permanece incerto. A decisão judicial terá impacto não apenas na vida do ator, mas também na da inquilina, que enfrenta a possibilidade de perder o imóvel. O caso serve como alerta para a importância da gestão cuidadosa de contratos de aluguel e do cumprimento de obrigações financeiras. O valor total da dívida é um ponto central na disputa.