Bicheiro Adilsinho, o mais procurado do Rio, é preso em mansão

Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, apontado como bicheiro e chefe da máfia do cigarro no Rio de Janeiro, foi preso nesta quinta-feira (26) em uma mansão luxuosa em Cabo Frio, na Região dos Lagos. A operação, realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/RJ), com apoio de helicóptero, cumpriu mandados de prisão contra Adilsinho, que é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado e integra a cúpula do jogo do bicho.

Quem é Adilsinho?

Adilson Oliveira Coutinho Filho, de 55 anos, conforme a Folha de S.Paulo, é apontado como uma das principais lideranças do jogo do bicho no Rio e suspeito de chefiar a máfia do cigarro no estado. Contra ele, havia pelo menos quatro mandados de prisão em aberto, respondendo por diversos crimes, incluindo homicídios.

Detalhes da Prisão

A prisão de Adilsinho ocorreu em uma mansão com pelo menos três andares e piscina, onde ele foi detido enquanto se exercitava. A ação da Ficco/RJ, composta por agentes da Polícia Federal e da Polícia Civil do RJ, demonstra a integração das forças de segurança no combate ao crime organizado.

Acusações e Investigações

Além de integrar a cúpula do jogo do bicho, Adilsinho é acusado de ser o mandante de homicídios e de chefiar a máfia do cigarro ilegal no Rio. As investigações apontam que o grupo liderado por ele utiliza empresas de fachada para lavagem de dinheiro e controla atividades ilícitas com violência e imposição de domínio territorial.

Repercussão da Prisão

O governador Cláudio Castro (PL) destacou a relevância da prisão no enfrentamento ao crime organizado. Já o secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, afirmou que a prisão demonstra a força do trabalho integrado e da inteligência policial.

Próximos Passos

Após a prisão, Adilsinho foi encaminhado para a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, onde passará pelas formalidades legais e será encaminhado ao sistema prisional do estado. As investigações sobre as atividades criminosas do grupo liderado por Adilsinho continuam, visando desmantelar a organização e responsabilizar todos os envolvidos.

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