Israel intensificou os ataques aéreos em Gaza nesta segunda-feira (8), derrubando um quarto arranha-céu em quatro dias. O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, prometeu uma "tempestade de furacão" sobre a Cidade de Gaza, advertindo o Hamas para a libertação de reféns e a deposição de armas. O prédio Al-Roya 2, que abrigava dezenas de famílias deslocadas, foi atingido três horas após ordem de evacuação.
Ataques aéreos e promessa de ofensiva terrestre
O Exército israelense confirmou o bombardeio, alegando que terroristas do Hamas utilizavam o edifício para planejar ataques. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou que as tropas se preparam para uma operação terrestre na Cidade de Gaza, pedindo a evacuação imediata dos moradores. Esta estratégia, segundo Netanyahu, visa destruir edifícios de muitos andares usados estrategicamente pelo Hamas. O porta-voz do Exército, coronel Avichay Adraee, ordenou a evacuação de bairros da Cidade de Gaza, sugerindo Khan Younis como local seguro.
Contexto da guerra
A guerra, iniciada em 2023 com um ataque do Hamas em Israel, causou mais de 64.000 mortes entre palestinos, segundo autoridades de saúde em Gaza. Após a libertação da maioria dos reféns em acordos anteriores, o Hamas retém outros como moeda de troca. A ofensiva israelense visa o que o governo considera o último bastião do Hamas em Gaza.
Reações e propostas de cessar-fogo
O Hamas afirmou analisar a última proposta de cessar-fogo dos EUA, entregue no domingo (7), com um aviso do presidente Donald Trump sobre ser a "última chance". A proposta americana exigiria a devolução de todos os reféns no primeiro dia de um cessar-fogo. O Hamas condiciona a libertação dos reféns ao fim da guerra e à retirada das forças israelenses.
Perguntas que permanecem
Qual o impacto humanitário da intensificação dos ataques? Como se dará a resposta do Hamas à ameaça de ofensiva terrestre? Será que a proposta americana de cessar-fogo terá sucesso em encerrar a violência?
A situação em Gaza continua crítica, com o futuro imediato incerto. A promessa de uma operação terrestre por Israel eleva as preocupações sobre o número de vítimas e a extensão dos danos. A comunidade internacional acompanha atentamente os eventos, buscando soluções para a crise humanitária e o fim da violência.
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