A bolsa paulista abriu em alta nesta quinta-feira, 28 de agosto de 2025, com o Ibovespa superando a marca dos 140 mil pontos, impulsionado principalmente pela Vale. O dólar, por outro lado, registrou leve alta frente ao real.
Ibovespa em alta
Às 10h37, o Ibovespa registrava alta de 1%, negociado a 140.603,47 pontos. Esse desempenho positivo se deve em parte ao avanço dos futuros do minério de ferro na China, beneficiando mineradoras como Vale (alta em torno de 0,99%) e CSN (alta de aproximadamente 7,83%). A petroquímica Braskem também apresentou alta significativa, cerca de 4,72%. O fechamento da bolsa em seu maior nível em quase dois meses, 139.206 pontos (alta de 1,04%), na quarta-feira, antecipou esse cenário positivo.
Dólar com leve alta
O dólar à vista registrou alta de 0,19%, cotado a R$ 5,432 na venda. Apesar da fraqueza do dólar nos mercados globais, com perdas contra várias divisas, incluindo emergentes, a moeda norte-americana apresentou leve crescimento no Brasil.
Cenário Internacional e Juros dos EUA
A expectativa de que o Federal Reserve (Fed) retomará os cortes de juros em setembro, após discurso conciliador do presidente Jerome Powell e pressão do presidente Donald Trump, influenciou o mercado. Essa expectativa prevaleceu mesmo com dados mostrando crescimento do PIB dos EUA de 3,3% no segundo trimestre (superior à estimativa inicial de 3,0%). A LSEG indica 84% de chance de corte de 0,25 ponto percentual em setembro, com outro corte semelhante precificado para dezembro. O índice do dólar caiu 0,26%, para 97,863.
Cenário Doméstico
No Brasil, o dia contou com entrevista do presidente Lula e falas do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, no evento Open Finance. O Tesouro Nacional divulgou o resultado primário das contas do governo central para julho. O impasse comercial entre Brasil e EUA continua sendo monitorado.
Será que a tendência de alta do Ibovespa se manterá?
Conclusão
A performance do Ibovespa e do dólar reflete um cenário complexo, com influências tanto internacionais quanto domésticas. A continuidade dessa tendência dependerá da evolução dos fatores mencionados, incluindo as decisões do Fed, a situação econômica brasileira e o desfecho das negociações comerciais com os EUA.
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